sexta-feira, 10 de julho de 2009

APAE em São Felix do Araguaia


Tudo começou em 2002, com uma conversa entre Alcita (mãe de Brian, um deficiente) e Ana Cristina,( com experiêcia em escolas para pessoas com necessidades especiais). Elas tiveram a ideia de formar um grupo para fundar a Apae e ajudar as pessoas com deficiências diversas.
Esse grupo foi atrás de documentos e um terreno para dar continuidade à ideia. O prefeito da época (Uslei) doou o terreno, depois iniciou o projeto de montagem da escola( aspessoas com necessidades especias devem estar cadastradas e a escola precisa estar registrada).
Porém, como funcionar sem dinheiro ?
Então, eles promoveram eventos como: Festivais de pizza, bingos, jantares, almoços, e também com doações da sociedade, foi possível realizar a construção do prédio.
A Apae têm cerca de quinze voluntários e mais de cem alunos cadastrados.
O grupo de voluntários existe há aproximadamente seis anos. Mas é muito difícil, as pessoas se doarem para o trabalho voluntário, pois muitos dizem :"não tenho tempo!" "gente, todo mundo tem tempo! É só querer!" É tão importante ser voluntário e ajudar o próximo! É muito gratificante! Depois temos uma sensação muito boa.
Até agosto desse ano, abrir a escola é nossa meta. Para isso, é preciso fazer o cadastro da escola e alunos; mandar para a Seduc-SFA e depois para Cuiabá- MT para dar entrada nos papéis. Enquanto isso não acontece, iremos reunir um grupo de profissionais (enfermeiros, médicos, piscicólogos, professores, fonoaudiólogos, assistentes sociais, professores de educação física, fisioterapeutas e dentistas) voluntários que farão alguma atividade uma vez por semana.
O trabalho voluntário é algo muito importante. Todos deveriam ajudar. Pessoas de qualquer faixa etária podem prestar ajuda e atendimento à APAE.

Marinete Coelho Bóia,
Voluntária da APAE.


Instituto Educacional Integração- Cooperin; Dia : 08-05-2009.
Alunos; Amanda, Bárbara, Maíra e Nélio Junio.
Português; Professora Judite.




Objeto oculto.


Eu sou bem utilizado, sou de todos os tamanhos e de todas as cores, estou a venda em qualquer lugar do mundo e entre todas as classes, sou de todos os modelos, do mais bonito até o mais feio, mas, sou para todos os gostos. Todos me usam, as vezes machuco alguém, mas é por que me abusam bastante. Sem mim muitos não viveriam, nem saberiam como chegar aos lugares sem mim, mesmo as pessoas indo em algum lugar que a maioria não me usa, sempre tem alguém que me leva.
Prazer, eu sou o sapato :)



Maíra Gross Milhomem.

Aula de Matemática.


Durante a aula de matemática, o professor diz aos alunos o problema, para que eles resolvam:
-Alunos, quanto é 2+2/2? Rapidamente um aluno levanta a mão e responde.
- São 5, professor.
O professor imediatamente pede lecença para os alunos, sai da sala e começa a rir lá fora por causa da resposta do aluno.
Após retornar à sala de aula, fala ao aluno:
- Não meu querido, a resposta certa é 2.



Maíra Gross Milhomem

Mafalda.

Mafalda está na rua e de repente para e começa a observar o que há na vitrine, as pessoas que passam por lá. Os que estão passando na rua, estão com os rostos tristes, uma mulher (senhora) com uma vestido preto, um senhor de terno preto e de oculos, um com a barba malfeita e Mafalda repara que os bonecos da vitrine que ela olha, estão sorrindo(claro, são bonecos), ou seja, nada semelhante ao que vê no rosto das pessoas que passam tristes. E então ela acha que eles viram algo engraçado.


Maíra Gross Milhomem.

Objeto Oculto


Meu objeto oculto, é um que precisamos muito em São Felix do Araguaia.
Fica dentro da nossa casa, na escola, só nao na rua.
Eu, particularmente, nao viveria sem um. Ele pode ter várias e várias cores, mas as geralmente mais usadas são: preto, branco e prata.
È usado por todos os tipos de pessoas. Encontrado, na maioria das vezes, na sala das casa, ou nos quartos. Só nao no banheiro.
È muito bom dormir com ele! È movido a energia elétrica e sua aparência exterior geralmente é feita de plástico ou ferro. E também não podemos esquecer da grade de proteção ao centro, pois têm uma espécie de hélice atrás da grade.
Descobriram o que é?
Siiiiiiim! O ventilador.



BàrbaraMilhomemCrivelini

* Perigos na escola


Durante um aula de matemática, o professor Joberval, com seus costumeiros óculos, resolvia no quadro negro uma equação. Até que errou uma conta e um de seus alunos o corrigiu. a sala toda deu risadas do professor, ele apagou a conta muito envergonhado.
O sino do recreio bateu, e todos saíram da sala. Quando o professor saiu também, foi a dois alunos ''bad boys'' e pediu para darem uma lição no aluno que havia o corrigido.



BárbaraMilhomemCrivelini

Mafalda

Uma garota com o nome de Mafalda, passando por uma loja de bonecas, presta atenção nelas e percebe que, cada um de seus rostinhos está com um belo sorriso.
Mafalda, então, olha para as pessoas que andam ao seu redor e percebe que passa um executivo, e está com cara de sério, triste, deprimido. Percebe que uma senhora que também passa por ela está com a mesma expressão.Quando olha mais além, vê que todos estão assim. Olha para a vitrine novamente, vê os belos sorrisos das bonecas e diz:
- Vôces devem ter alguma boa notícia e nao querem me contar!

Mafalda foi ingênua, porque as pessoas de verdade, por suas preocupações cotidianas, ou até mesmo os acontecimentos do mundo, ficam tristes, estressadas, deprimidas. E, não é porque os bonecos sorriem que há notícias boas, pois sempre devem estar sorrindo, pela sua função, que é divertir crianças.





Bárbara Milhomem Crivelini